Thursday, March 18, 2010

CEB é acusada de não investir a verba que recebe para melhorar o sistema da cidade

As constantes quedas de energia elétrica no Distrito Federal podem ter explicação no pouco investimento em infraestrutura da rede. Segundo o Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo) dos R$ 215 milhões autorizados para serem investidos na área de distribuição de energia no ano passado pouco mais de R$ 85 milhões foram aplicados pela Companhia Energética de Brasília (CEB), responsável pela distribuição.


A Companhia, no entanto, contesta esse valor e diz que só nos dois últimos anos os investimentos somaram R$ 200 milhões. Além disso, diz que mais R$ 100 milhões serão aplicados só neste ano. Em novembro do ano passado chegou a lançar o Programa CEB 10 no qual o Governo do Distrito Federal se comprometeu em investir R$ 550 milhões na empresa até 2012.


O presidente da Companhia, Benedito Carraro, diz que os investimentos estão acontecendo, apesar de reconhecer que a necessidade é bem maior . "A meta é direcionar cada vez mais investimentos para modernização das instalações, aumento da capacidade e expansão do sistema elétrico", explica.


Uma das dificuldades encontradas pela instituição, segundo o presidente, é a crecente demanda pela energia, que aumentou 6% só em 2009. Além disso, cita os prejuízos sofridos pela empresa por conta das "gambiarras", hoje estimadas em 20 mil. A companhia estima perda de 15% na receita de arrecadação anual, o equivalente a R$ 12 milhões.

Fonte: Jornal de Brasília, reportagem de Valtemir Rodrigues

Monday, March 15, 2010

Geração de Energia

Ondas de Energia

Uma nova receita de produção de energia foi descoberta e se chama nanotubo de carbono. Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) USA, descobriu um fenômeno inédito que faz com que ondas de energia sejam criadas ao longo de nanotubos de carbono, semelhante à geração de energia da ondas (mareomotriz).
Segundo os pesquisadores o fenômeno até agora desconhecido poderá levar a uma nova forma de produção de eletricidade (revista Nature Materials).
Então, é melhor o Brasil repensar sobre a nossa matriz energica.

Saturday, March 13, 2010

Energia e Sociedade – Um breve Histórico

Energia e Sociedade – Um breve Histórico

João Batista de Freitas Brasil – Engº. Mecânico e de Segurança do Trabalho
Nanci Gharib Shehata – Bióloga


A energia configura-se em uma estratégia para o alcance do desenvolvimento. Nas sociedades primitivas, que usavam energia conseguida por meio de lenhas das florestas, não apresentavam praticamente nenhum custo. Devido o crescimento populacional sobretudo nas cidades foi necessário aumentar e diversificar as fontes de energia.
A era do aumento do consumo energético pode ser delimitada em 9 décadas, entre 1882 – 1973, a partir do ousado descobrimento da “lâmpada” com Thomas Edson até o primeiro aumento no preço de óleo pela OPEP – Organizações dos Países Exportadores de Petróleo.
Neste período ocorreram algumas transformações significativas no setor energético e mudanças de comportamento social, tais como:
- A substituição no processo de produção agrícola da tração animal por grandes máquinas movidas a combustível fóssil – energia não – renovável;
- No transporte, as locomotivas movidas a carvão ficaram obsoletas e foram substituídas por trens transcontinentais;
- Na I Guerra Mundial não ocorreram mudanças significativas no setor energético, entretanto, a fissão nuclear foi desenvolvida a partir da II Guerra Mundial;
- A população mundial que no início do século XIX era de 1,6 bilhões quadriplicou no século XX para 6,1 bilhões, aumentando exponencialmente o consumo de energia;
- Ocorreram investimentos no setor hidroelétrico;
- Introdução da utilização da biomassa;
- A crise mundial provocada pelas guerras do Golfo, e entre o Iran e o Iraque, dispararam o preço do barril de petróleo, gerando mudanças nos comportamentos sociais, e por conseguinte, incentivou os países dependentes de combustível fóssil às pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias em energias alternativas.
Segundo Goldenberg & Lucon (2007), após a Revolução Industrial, foi necessário aumentar o uso de carvão, petróleo e gás para atender as demandas de energia nos centros consumidores (cidades e industrias), e isso gerou um alto custo. Com o aumento de uso da água, neste período, iniciou-se a sua cobrança para custear despesas de purificação e transporte. A partir deste período a energia passou a estar intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade, tornando-se um fator chave do desenvolvimento socioeconômico e determinando o destino dos países.
No Brasil de 1940 a 1980 os governos federal e estaduais eram responsáveis pela grande produção e distribuição das fontes de energia elétrica, gás e petróleo. Foi criada a Petrobras, Eletrobrás e outras empresas estaduais para os fins citados e realizar o planejamento energético.
Neste período, as tarifas eram artificialmente baixas para a eletricidade, assim como as demais tarifas de serviços públicos na tentativa de conter a inflação.
Para enfrentar distorções referentes à gestão energética brasileira, em 1990, foi realizada a desestatização parcial do sistema energético (70% da capacidade de distribuição e 30% da geração) tendo como referência procedimento adotado pela Europa.
Goldemberg & Lucon (2007), informam que as características desta mudança foram:
a) desverticalização da produção/ geração, transmissão e distribuição de energia;
b) introdução da competição na produção/ geração, transmissão e distribuição de energia com livre acesso à rede;
c) adoção de agências reguladoras independentes (ANEEL E ANP) e privatização de empresas públicas.
Foi constituída, em 2002, a Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A EPE colocou em leilão os empreendimentos que considera necessário para atender as demandas dos próximos 5 anos. As projeções de consumo de energia são feitas em hipóteses simplistas baseadas no crescimento do PIB e a elasticidade da demanda.
Os leilões são amplamente discutidos na imprensa e tem como um dos resultados perversos foi que a maioria da energia comercializada é de usinas térmicas que encarecerá a energia e aumentará os problemas ambientais. Infelizmente construir usinas de carvão tornou-se um bom negocio no país. A EPE habilitou, em 2006, a construção de 43 usinas, a diesel e a óleo combustível e ainda, 2 térmicas a carvão. Esta mudança fica na contramão do movimento internacional na busca da utilização de energias renováveis, em que o Brasil tem um potencial grande para liderar e implantar em larga escala o emprego da energia limpa.
Conforme descreve o Atlas do Sistema Elétrico Brasileiro (2008), 95% da população tinha acesso a energia elétrica, representando mais de 61.5 milhões de unidades consumidoras, em 99% dos municípios brasileiros, destes 85% eram utilizados em residências e é considerado o serviço mais universalizado.
A distribuição de energia elétrica era realizada por empresas de grande porte e cooperativas de eletrificação rural. Este mercado é formado por 63 concessionárias e a transmissão era composta por mais de 90 mil quilômetros de linhas e operadas por 64 concessionárias (adquiridas em leilões).
No que concerne a geração de energia elétrica o Brasil conta com 1.768 usinas em operação, que correspondem a uma capacidade instalada de 104.816 MW (mega watts). Sendo 159 hidrelétricas, 1.048 termelétricas (gás, biomassa, óleo diesel e combustível), 320 pequenas hidrelétricas (PCHS), 2 usinas nucleares, 227 centrais hidrelétricas e 1 solar.
Em se tratando da questão do Petróleo em 2006, o Brasil alcançou a auto-suficiência na sua produção.
Goldemberg & Lucon (2007), consideram que a auto - suficiência é física, não econômica, pois o nosso petróleo não é de boa qualidade e ainda são necessários importações. A Petrobras, que controla 98% do petróleo refinado no Brasil, tem que importar óleo leve (mais caro) para processar nas suas refinarias. A auto-suficiência poderia ser alcançada com a substituição da gasolina pelo álcool.
Com a crescente demanda energética do século XX, grandes acidentes ambientais, comprometeram a biosfera como um todo, como o que ocorreu no Alasca, com navio da Exxon Valdez e o desastre nuclear de Chernobyl na Ucrânia, levando o homem a repensar as questões de segurança, meio ambiente, econômica e na área social.
É inevitável a utilização de todas as formas de energia para a sobrevivência e desenvolvimento do homem na terra. A sociedade tem como desafio a árdua tarefa de repensar sua matriz energética buscando estratégias para aumentar a utilização de fontes limpas e renováveis. Desta forma, os impactos ambientais poderão ser minimizados, mas não eliminados por completo, pois o modelo de economia adotado pelo mundo impede a geração de um ciclo virtuoso para as futuras gerações ter oportunidade de viver em um mundo mais harmonioso, em que todos possam usufruir do bem estar obtido por este comportamento.

DADOS DE REFERÊNCIA

Goldeberg, J. & Lucon, O. 2007. Energia e meio ambiente no Brasil. Disponível no site: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142007000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=pt , acessado em 13.03.2010.


Reis, L. B. dos. et al. 2005. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável, São Paulo, Ed. Manole, p. 16-23


Smill, V. 2000. Energy In The Twentieth Centry: Resources, Conversions, Costs, Uses, and Consequences. University of California. Annu. Rev. Energy. Environ.


Atlas da Energia Elétrica no Brasil, 2008. ANEEL. 3ª Edição. 236p. il.

Sunday, March 7, 2010

Semana 1 - Energia e Plano de ensino

Sejam Bem-Vindos ao blog do curso de Energia

Toda semana iremos nos encontrar neste blog para discutir sobre temas atuais e a trajetória do planejamento e gestão da energia no Brasil e no Mundo.
Bom trabalho para todos:
Cada semana iremos discutir um determiando assunto:

1. Introdução e apresentação programática do curso

2. Energia e Sociedade – um breve histórico

3. Métodos de análise de energia

4. Energia e Desenvolvimento

5. Introdução sobre o Balanço Energético e Matriz Energética no Brasil

6. Planejamento de energia

7. Eletricidade

8. Hidráulica

10. Nuclear

11. Biomassa

12. Solar e eólica

13. Petróleo

14. Gás natural e carvão

15. Biocombusíveis

16. Gestão de recursos energéticos

Friday, December 18, 2009

New Copenhagen Draft Proposals Subsidize Forest Destruction and Land Grabs




Press release by Global Forest Coalition, Biofuelwatch, Grupo de Reflexion Rural, Gaia Foundation, Focus on the Global South, Noah (Friends of the Earth Denmark), Robin Wood, Campaign against Climate Change, Campaign against Climate Change Trade Union Group, Ecologistas en Accion, Corporate European Observatory, Econexus, ETC Group, Rettet den Regenwald.

For immediate release

Copenhagen, 17th December - The new draft proposals released yesterday at the Copenhagen Climate Conference will lead to large-scale destruction of ecosystems and unprecedented land grabs as spurious `offsets' will allow Northern countries to burn ever more fossil fuels say civil society groups who have been tracking negotiations.

Proposals (1) are expected to lead to huge carbon credits under the Clean Development Mechanism (CDM) for tree and crop monocultures, including for biochar production (2), `no-till' GM soya (3), and tree and shrub monocultures falsely classed as `carbon sinks'. Details are to be worked out by a technical UNFCCC meeting next year (4).

Stella Semino from Grupo de Reflexion Rural (Argentina) states: "If these new proposals are agreed upon we will see a massive boost for crop and tree plantations alike which, in the name of `climate change mitigation', will speed up the destruction of forests and other vital ecosystems, the spread of industrial agriculture, and land-grabbing against small-farmers, indigenous peoples and forest communities. Industrial monocultures are already a major cause of climate change and their expansion will make it worse."

Under the terms of the Kyoto Protocol, no CDM offsets are allowed for existing forests nor soil carbon although a very limited number of CDM credits can go towards industrial tree plantations. Current proposals for large-scale offsetting for `carbon sinks' closely resemble those contained in the US climate bill. Back in 2001, when the US proposed such offsets, the EU had refused them, warning that this would render a climate change agreement completely ineffective.

"The right kind of agriculture, such as organic and biodiversity-based farming, has the potential to store carbon in soils and increase resilience to climate change" said Anne Maina of the African Biodiversity Network, "But realistically, small-scale organic farmers in Africa are not going to be the ones participating and benefiting from the CDM or these complex UNFCCC market mechanisms. They will be locked out of the process, and their livelihoods will be threatened. If heads of state accept this language, it will lead to a destruction of the very same solutions we need to support."

Camila Moreno from Global Forest Coalition adds: "In Brazil we're seeing an obscene agribusiness lobby presenting themselves as the solution while they destroy Brazil 's unique rainforest and savannah habitats and contribute massively to climate change. Yet they continue too ply their trade in the highest political circles with impunity. Theses new CDM rules will further mandate this ransacking of the global South."

Contacts:

Deepak Rughani, Biofuelwatch

Teresa Anderson, Gaia Foundation

Notes:

(1) The proposals can be found at http://unfccc.int/resource/docs/2009/awg10/eng/l15.pdf I WOULD INCLUDE PRECISE PARAGRAPHS HERE

(2) Biochar is fine-grained charcoal applied to soils. It is being promoted widely as a means of sequestering carbon even though there are major scientific uncertainties over the amount of carbon in charcoal which will remain in soils for different periods, over possible losses of existing soil carbon as a result of charcoal additions and over the potential of charcoal dust to worsen global warming in the same way as a black soot from fossil fuel and biomass burning does.

(3) Monsanto has promoted the inclusion of no-till agriculture into the CDM since the late 1990s and they have just been awarded the Angry Mermaid Award for their lobbying (www.angrymermaid.org/). Industrial no-till agriculture involves large-scale agro-chemical spraying to destroy weeds rather than ploughing the soil and herbicide-resistant GM crops are most commonly used with no-till, particularly in North and South America . The impacts on soil carbon are scientifically debated and uncertain, there is evidence that this method can lead to more emissions of the very powerful greenhouse gas nitrous oxide, and the introduction of no-till GM soya in Argentina has been shown to have accelerated the destruction of the Chaco forest.

(4) It is proposed that the 2010 SBSTA meeting of UNFCCC will recommend new CDM methodologies for example for tree plantations, `forest management', a term widely used for industrial logging, and soil carbon management.

If you do not wish to receive any further emails from us then please click on the following link:
http://www.regenwald.org/international/englisch/newsletter.php?fnr=190557&mail=natypete.andradedowns@gmail.com&spr=2




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Prof. Renata Marson Teixeira de Andrade, PhD
Pós-Graduação em Planejamento e Gestão Ambiental
Universidade Católica de Brasília
SGAN 916 Campus 2 Sala A 222
Brasília, DF



Thursday, December 3, 2009

The Story of Cap & Trade, 9-minute animated film on carbon trading

Hello friends,

These people from Berkeley are just brilliant and can express the obvious in a very clear way! I know them and once helped them with some translations into Portuguese. Where are we thinking we are going with the cap and trade story? Who will in fact benefit from this carbon trade?
Check it out!

Renata

A new film has been released today. This is by Anne Leonard, who is associated with another popular film - Story of Stuff (on issue of Waste).

The film can be viewed at: http://storyofstuff.com/capandtrade/ 

(Her other film can also be viewed at this site)

upasana

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New Film
by Story of Stuff Creator Offers Provocative, Humorous Look at CAP & TRADE on Eve of Copenhagen Summit

The Story of Cap & Trade:

Why you can't solve a problem with the thinking that created it

The Story of Stuff Project and Climate Justice Now!—an international network of climate justice advocates—will release The Story of Cap & Trade, a 9-minute animated film on carbon trading, on December 1st worldwide at www.storyofstuff.org.

Hosted by Annie Leonard, the creator of the viral video hit The Story of Stuff, (viewed worldwide over 8 million times), the Story of Cap & Trade is the first in a series of six short films the Story of Stuff Project is releasing over the coming year with Free Range Studios (www.freerangestudios.com) and more than a dozen of the world's leading sustainability organizations.

The Story of Cap & Trade
takes a provocative but humorous look at cap and trade, the leading climate solution under consideration in Copenhagen and on Capitol Hill. Employing the same urgent honesty that made The Story of Stuff so successful—and flash animation that makes it clear who wins and who loses—The Story of Cap & Trade points to the 'devils in the details' in current cap and trade proposals: free permits to big polluters, fake carbon offsets and, most importantly, distraction from the significant tasks at hand in tackling the climate crisis.

"The Story of Cap & Trade helps viewers understand what's on offer from world leaders and argues that we can and must do better,"
said Annie Leonard, Director of the Story of Stuff Project. "We're releasing the film now, in the run-up to Copenhagen, to ensure that Americans and others clearly understand the solutions on the table and to inspire them to push our leaders for real solu-tions to climate change."

The film introduces the people at the heart of cap and trade, including the guys from Enron who designed energy trading, and the Wall Street financiers like Goldman Sachs. Its animated characters walk viewers through both the theory of emissions trading and how it works in the real world, remind-ing viewers that when this $3 trillion bubble bursts, it could take down everything.
Page 2 storyofcapandtrade.org
"Current cap and trade proposals hand the future of our planet to the very people who created the problem in the first place. We need effective and just solutions to climate change, not gimmicks and giveaways to polluters," said Daphne Wysham, Co-Director of the Sustainable Energy and Economy Network.

The Story of Cap & Trade also points to more effective ways to tackle the climate crisis. The film's web-site will serve as an interactive launch pad for information with actions people can take to address the climate change crisis. The site features dozens of organizations working toward real climate solutions, offers viewers a series of ways to get involved and includes downloadable resources and information, including a footnoted script.


Please refer to: http://www.iss.nl/content/view/full/2873 for ISS' email disclaimer.




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Prof. Renata Marson Teixeira de Andrade, PhD
Universidade Católica de Brasília
SGAN 916 Campus 2 Sala A 222
Brasília, DF



Wednesday, December 2, 2009

Fwd: PARA DIVULGAÇÃO - Convite para "X Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil"


 

                               

 

Convite 

 

Com satisfação convidamos Vossa Senhoria a participar do

"X Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil -

Desafios e Oportunidades", a acontecer no dia 03 de dezembro de 2009 (5ª feira), das 9 às 14 horas no Senado Federal, em Brasília.

 

Adesão Gratuita!  Confirme sua presença.

 

Estaremos disponibilizando acompanhamento, ao vivo, pela internet

(vídeo streaming), através da página do Interlegis ou Senado Federal.  Além de vídeo-conferência, em tempo real, para as Assembléias Legislativas.

 

Patrocínio:              

Informações:

 seminarios@integrabrasil.com.br

http://www.integrabrasil.com.br
Tel.: (61) 3274-3191

Participem e Divulguem!

 



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Prof. Renata Marson Teixeira de Andrade, PhD
Universidade Católica de Brasília
SGAN 916 Campus 2 Sala A 222
Brasília, DF